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quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Segunda consulta a pediatra


Vovó dando leite de colher

No dia 09/12/2010 voltamos ao pediatra. A Isabela estava com 1 mês e 8 dias.

Havia ganhando pouco peso ainda, estava com 3.080 kg e 53 cm.

A médica nos orientou a introduzir o complemento Aptamil - 90 ml 3 vezes ao dia com colher ou seringa.


Mamãe dando leite de seringa

Claro que fiquei chateada e com uma sensação horrível por não conseguir amamentá-la de maneira que ela ganhasse o peso necessário. Mas introduzi o complemento. O que me importava era ver minha filha saudável.
 Mais uma vez, a pediatra não deu nenhuma orientação quanto a amamentação.

Isabela - 1 mês

No dia 01/12/2010 a Isabela completou 1 mês.

Mais habituados a nova rotina, estamos cada vez mais felizes com a nossa pequena princesa.

Ainda estávamos acordando de madrugada. Crises de cólicas nos tiraram o sono, mesmo eu não comendo nada que provocasse gases nela.

É horrível ver aquele serzinho tão pequeno chorando sem parar e te olhando como se quisesse dizer: "Faça alguma coisa para isso parar!"

Às vezes chorava junto com ela...





domingo, 6 de fevereiro de 2011

Blusas para amamentação



Capa para amamentação Baby Moment
 
Quando fui ao pediatra pela primeira vez, foi também a primeira vez que saí com a Isabela e foi também a primeira vez que amamentei em público.

 
Senti uma grande dificuldade em amamentar sem me expor tanto e então comecei a pesquisar blusas para amentação. Via muito blusas com botão, mas para mim não foram muito funcionais.
 


Blusas para amamentação
 
Achei então as capas para amamentação da Baby Moment, mas achei que não daria certo comigo.

Continuei pesquisando e achei o blog da Criando Gente.
A Flavia Mesquita foi muito atenciosa! Pra quem mora em São Paulo capital, ela visita pessoalmente mães com bebês pequeninos e gestantes, é só marcar um horário. Comprei duas blusas e não me arrependo. tudo com muita qualidade e beleza. Recomendo!

Abaixo os links do Blog e do Site:

Na foto ao lado estou usando um dos modelos, a camiseta bloom.
Bonita, confortável e discreta.

Amamentação

Durante a gravidez não me preocupei tanto com o tema amamentação. Vi minha mãe amamentando minhas irmãs e parecia a coisa mais natural do mundo, até porque minha mãe sempre teve muito leite. Pensei que ia ser a coisa mais descomplicada do mundo: o bebe ia chegar e sair mamando...

Mas não foi bem assim... A primeira tentativa de amamentar a Isabela não foi fácil: ela não conseguia pegar o peito de jeito nenhum. Para ajudar o obstetra que me examinou no dia seguinte ao parto, verificou as mamas e o colostro não queria sair. Aí começou o meu desespero. Ele me receitou syntocinon antes das mamadas para ajudar na descida do leite.

A enfermeira nos recomendou o bico de silicone para ajudar a Isabela na pega do peito. Ajudou bastante, mas mesmo assim ainda não era fácil.

Em casa, enfrentamos algumas fissuras, tratadas com a pomada Lansinoh. Acho que as fissuras eram por causa do vácuo criado pelo bico de silicone.

As primeiras mamadas eram uma maratona: pega o bico, pega a almofada, pega um copo d'água ( eu tinha muita sede)... e o Renato sempre me auxiliando em tudo!

Após uma semana, minha mãe disse que eu deveria começar a tentar dar o peito sem o bico de silicone, pois iria ajudar a melhorar as fissuras. Tinha muito medo de sangrar e doer mais do que doía. Com a ajudar da minha cunhada Michelle que me ensinou pegar o peito com a mão em formato de um C, consegui fazer a Isabela pegar o peito sem o bico.

Só que começou um outro problema: a Isabela dormia durante a mamada. Quando eu tirava ela chorava e eu dava denovo e essa maratona durava cerca de uns 40 minutos a 1 hora.

Depois da visita ao pediatra comecei a ficar mais encucada ainda... será que o leite não era suficiente? Mesmo sabendo que não existe leite fraco e tudo mais, fiquei muito nervosa com a situação. Estava começando me achar incapaz de amamentar. Chorava a cada mamada, por não saber se estava fazendo alguma coisa errada, e também pelo cansaço (quem aguenta mamadas tão longas?).

Mesmo assim, na minha opinião, a amamentação é um momento mágico!

Mas toda essa dúvida em relação a amamentação foi o início da minha maior preocupação...

Visita ao Pediatra

O médico que deu alta para Isabela nos orientou a procurar um pediatra 7 dias após o nascimento para um acompanhamento, mas eu já sabia que isso seria quase impossível. Final de ano, crianças saindo em férias e os consultórios cheios pois todos os pais querem uma visita ao pediatra antes de uma viagem.

Liguei para todos os pediatras e não conseguia consulta... só para início de dezembro. Até que achei uma que me atenderia no dia 18/11/2010.

Fomos a consulta e a principio gostamos do consultório. A Pediatra nos disse que a Isabela não tinha engordado quase nada, estava com 2.800 kg e 49 cm, e fez alguns comentários sobre o peso dela ao nascer, que poderia ser maior, se eu não havia tido alguma intercorrência durante a gravidez, etc...

Achei estranho, afinal minha ginecologista ou o médico do ultrassom nunca haviam feito nenhum comentário sobre qualquer problema com o desenvolvimento da Isabela.

Ela nos orientou a que a mamada fosse de livre demanda, e que eu acordasse a Isabela para mamar, pois ela precisava recuperar o peso.

Fomos para casa um pouco preocupados...

Primeiros dias

Os primeiros dias de um recém-nascido em casa não são fáceis! É uma mudança louca de rotina.
O Renato estava em férias e me ajudou muito. A Isabela não deu muito trabalho... como normalmente acontece, só acordava para mamar.


Dormiu os 15 primeiros dias no carrinho ao meu lado e logo depois foi para seu quartinho. Quando ela acordava no meio da noite e não era fome, o Renato ficava com ela para que eu pudesse descansar um pouco. Afinal, meu corpo ainda estava bem inchando e sensível.
Muitas vezes o Renato até acordava no meio da noite com a sensação de estar com ela nos braços e na hora que se dava conta que não estava, ia até o carrinho para se certificar que estava ela lá! Acho que a gente fica meio pirado...

Olha a nossa joaninha!
Ficamos preocupados somente nos dois primeiros dias, pois ela não tinha feito cocô ainda. Mas na noite do segundo dia ela resolveu fazer... e fazer tudo que não tinha feito ainda! Foram 3 fraldas, 2 águas da banheira, a toalha... ela simplesmente parecia que não ia parar de fazer! Então, como nos orientaram no hospital, ligamos para o berçário para ver se aquilo era normal. Nos disseram que podíamos ficar tranquilos que era normal. A essa altura ela já tinha parado de fazer... depois seu intestino começou a funcionar mais normalmente. Olha, foi um sufoco!!

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Parto Normal sempre esteve no meu plano

Apesar dos planos sempre terem sido de ter um parto normal, confesso que tinha um pouco de medo, pois muita gente pintava um quadro muito feio da situação para mim. A não ser minha mãe, que teve uma boa experiência com o parto normal, me dizia que não era nada absurdo.

O esgotamento físico é um fato, pois a "força"que você tem que fazer é grande. Mas vale a pena. Não sofri muito, pois minha dilatação evoluiu antes do esperado e a Isabela nasceu rápido.

Tive que fazer a episiotomia, que é um corte cirúrgico feito no períneo, a região muscular que fica entre a vagina e o ânus. O corte é feito durante o parto normal, com a ajuda de uma anestesia local (se a mulher já não estiver anestesiada), para facilitar a passagem da cabeça do bebê. Antigamente esse corte era rotina, pois os médicos afirmam que é mais fácil fechar um corte regular que uma laceração irregular, causada por um "rasgo" natural do tecido na hora em que a cabeça passa.

O corte é um pouco  incômodo, mas cicatriza rápido e os pontos saem sozinhos. Além disso outro incômodo é para ir ao banheiro. A força que a gente faz é semelhante, então logo que fui ao banheiro depois do parto era impossível não associar , além de ter a sensação que os pontos iam abrir.

Campanha Nacional da ANS
de Apoio ao Parto Normall


Apesar de tudo isso, acho que compensa. Logo depois do parto eu já estava falando no telefone ... E quando votei para casa, não tinha problemas para me levantar. O parto cesáreo me parece bem pior...

Olha que legal este hotsite da ANS de Apoio ao Parto Normal.

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